Glenfiddich 12 Anos Single Malt

12 jul
Meus jovens!

Como não só de cerveja vive o homem, escrevo-lhes breves linhas sobre o scotch em epígrafe.

Essa dose está para ser tomada há tempo, mas confesso que meu gosto não anda muito pra whisky nos últimos tempos. Mas a solidão e o tempo frio me despertaram a curiosidade para enfrentá-lo.

Estou longe de ser um expert em single malt. De qualquer forma a amostra apresenta-se em dourado claro e translúcido. O líquido gruda ao vidro, como deve ser. O aroma é suave, mas instigante. Na boca apresenta-se doce, com notória presença de pêra e madeira. O drinkability é estupendo, passando a sensação de que, se com amigos, várias garrafas seriam secas em instantes. O retrogosto é fraco e com 3 minutos sem beber, esquece-se que estava tomando um scotch há pouco.

Abraço!
by Felipe Lima

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Coopers Best Extra Stout

12 jul

Fiquei um tempão olhando essa cerveja na prateleira mas nunca comprava. Um dia resolvi levar e tive uma bela de uma surpresa. É bem escura, marrom no tom de café torrado. A espuma marrom clara de média duração é bem pequena e deixa uma camada fininha. Gosto forte de café e malte torrado. Aroma e sabor muito agradáveis. Um conjunto bem equilibrado na minha opinião. Tem várias resíduos. Eles ficam voando pelo copo, pelo menos a que tomei, estava assim. Álcool na medida certa, bem encorpada. Fiquei com um amargo na boca por um bom tempo com lembranças de café bem forte, tostado. O tamanho da garrrafa, na minha opinião, é a medida certa pra ela. Muito boa mas bem persistente, não conseguiria tomar mais um gole além dos 375 ml que ela tem. Comprei na Romanina por R$ 11,90, muito caro.

Onde comprou: Romanina
Preço: R$ 11,90

Backer de Trigo

12 jul

Opa, Jovens!

Debuto na postagem para fazer um breve relato da cerva que estou tomando neste exato momento, madrugada de quarta para quinta-feira: Backer de Trigo. Primeiramente, lembro que aqui em Patos de Minas, local onde resido, a escassez de cervejas de qualidade beira o ataque de nervos. Para degustar aquele exemplar de qualidade, necessário é que se “importe” de Belo Horizonte, cidade natal. O que se vê por aqui são as pilsens nacionais de praxe, e alguma coisa da Erdinger. Tirante isso, sobram as Baden Badens e Backers. Como não tenho nada “importado” no momento, seguimos com a apreciável cerveja mineira.

Conforme se afere da fotografia abaixo (foto precária de celular), percebe-se que o copo utilizado não é o ideal. Como ainda não trouxe todos os meus pertences para o Alto Paranaíba, ficaram para trás os meus copos Weizen. Assim, diante das possibilidades,  resolvi degustar a cerva no típico copo Tumbler, aquele octogonal característico da Hoegaarden.Bom, essa cerva possui aspecto amerelado claro turvo, com espurma densa, porém de difícil e rápida formação. O aroma não empolga. Na boca, percebe-se notas de banana (não tão forte nesse exemplar) e algo cítrico. O retrogosto é bem azedo e pouco duradouro, ressaltando o caráter cítrico da cerveja. Notável a sensação de milho ao engolir. Percebe-se resíduos no líquido, especialmente no fundo da garrafa. Agrada no geral, mas considero fraco o custo-benefício, para quem dispõe de grandes redes de supermercado por perto. Pelo preço de R$ 3,65 a long neck, fica bem mais em conta investir mais R$ 1,00 e levar para casa uma Hoegaarden ou até mesmo uma Leffe Blonde (ainda que não seja de trigo). A considerar garrafas maiores, melhor levar para casa uma Franziskaner ou uma Paulaner de trigo. Enfim, cada bebe o que tem ao seu alcance.
Dois fatos curiosos acontecidos hoje: a) meu pc desligou duas vezes, à revelia, ao baixar a foto dessa cerveja; b) sua tampinha caiu no chão da cozinha e está desaparecida, mesmo após a realização de incansáveis buscas pelos arredores.Bom, fico por aqui e incluo algumas fotos de uns presentes que ganhei tempos atrás…

Abraço!

by Felipe Lima

Vinho tinto antes de uma pilsen, faz diferença?

12 jul

Hail!!!

Bom, depois de muitas dúvidas e “viagens” sobre o tema acima, parece que ontem desvendamos este segredo.

Foram duas ou três vezes que tomamos uma cerveja pilsen, Heineken pra ser mais exato, depois de tomar uma taça de vinho tinto. Parecia que o vinho, além de realçar o sabor da cerveja, também a suavizava. Pensamos que tínhamos descoberto uma nova harmonização e começamos a especular. Ontem começamos com duas taças de cerveja de trigo, alguns queijinhos e, logo depois, o tão esperado teste.

Pegamos um vinho, duas taças pequenas pra cada e logo depois 300ml de Heineken pra cada um. O que constatamos afinal, é que o vinho apenas tirou o amargor da pilsen, mais nada. As vezes parecia até que encontrávamos um gosto de cogumelo, o que logo percebemos, era a falta do amargor, típico das pilsen, que tinha sumido e, por isso, a cerveja acaba ficando mais doce.

Mais testes virão,inclusive sobre este tema.

Se alguém mais já tentou ou descobriu alguma coisa sobre isso, comente!

Logo mais, as fotos e as novas descobertas do domingo mais cervejeiro dos últimos tempos.

Feriado prolongado

12 jul

Hail!!! Feriado prolongado, dia dos namorados. Em vista da crise, nada de viagens. Mais uma desculpa para encontrar os amigos e degustar algumas novidades do mundo vasto e curioso das cervejas. Alguns rótulos novos, alguns muito almejados e claro, com algumas decepções. O feriado começou com o Felipe trazendo a tão desejada e esperada Urthel Samaranth. Experimentamos cerveja portuguesa, uma excelente surpresa alemã e, algumas nacionais que nos surpreenderam ainda mais. E pelo lado positivo. As Walls são realmente cervejas deliciosas e intrigantes. E são produzidas logo ali, pelos nossos vizinhos aqui de Belo Horizonte.

No dia dos namorados, nada melhor e mais belo que a Eizenbahn Lust, no belo garrafão de champangne. Finalmente colocamos a mão, e a boca, na Carolus, que tem como um dos seus principais atrativos, sua produção exclusiva uma vez por ano. Por fim, provamos mais uma belga que tanto queríamos: Chimay Cinq Cents.

E não foi só isso. A preparação para todo o evento do dia dos namorados, na casa do nosso confrade “Tandio” foi muito divertido. Eu e o Felipe metendo literalmente a mão na massa e, ajudando o Tande, nos preparativos do evento de degustação de vieiras, polvo, lulas, queijos, frutas, muito vinho e, cervejas.

Abaixo as minhas impressões e avaliações de todas as cervejas citadas acima. Os confrades poderão acrescentar suas opiniões às minhas, claro, mas sabe-se lá, a que tempo. O próximo encontro não deve demorar, já que estamos com todas as Urthel, encontradas perdidas, no fundo da prateleira de um mercadinho, a um preço impossível de não se comprar, guardadas na casa do Tande, esperando para serem degustadas. Até essas próximas garrafas, quem sabe, na comemoração do mais novo motoqueiro das alterosas.

Re-início

12 jul

Hail!!!

Depois de algumas conversas regadas a boas cervejas, nome e colaboradores definidos, segue o primeiro post.

As intenções são boas e ousadas mas por enquanto vamos fazer apenas um post de boas vindas.

O cabeçalho é temporário e em breve teremos o logo oficial do nosso blog. Também teremos o significado do nome. Mas prefiro deixar isso para os outros colaboradores.

Até a próxima garrafa!

Nota. Este post foi feito numa sexta-feira, 8 de maio de 2009. Foi o primeiro post do Habeas Corpvs, no Blogger. Por falhas técnicas nos mudamos para o Word Press e vamos redirecionar todos os posts.

Abs!

Oh Beautiful Beer

11 abr

“Oh Beautiful Beer celebrates remarkable graphic design from the world of beer.”

Como mostra o nome e a breve descrição do blog, o foco é divulgar e apreciar os mais belos e notáveis rótulos de cerveja do mundo. E se tiver de fora do mundo também, eu acho.

Eu sempre dou muita atenção para este quesito. E este blog é uma ótima referência. Confira!

Clique aqui para visitar o blog.

Até a próxima!

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